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Conteúdo para ler, ouvir e assistir:
presença que acolhe, reflexões que inspiram, passos que transformam.
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Amor, sexo e outras coisas!
Já aviso de antemão este texto não é polido, aqui busco expressar minha indignação para com todos que hipocritamente falam de sexo como se transar fosse algo que pertence a outro lugar que não ao humano, ao animal, a natureza! As constantes incursões da mídia em polemizar a vazão de conteúdo não autorizado expondo a intimidade de pessoas anônimas ou famosas só retrata a imaturidade em lidar com a sexualidade a que estamos expostos em nossa sociedade. Os pais não falam sobre a

João André Rodrigues
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Instituições em tempos de liberdade de informação!
Em tempos de internet onde a informação circula livremente e irrestrita, pelo menos em alguns países, onde o filtro é o produtor de informação. E cada pessoa se tornou uma criadora, propagadora e avaliadora de conteúdos. São tempos de pensamento livre e de pouca confiabilidade de conteúdo, já que, qualquer um, independente de suas intenções, pode expressar e comunicar ao mundo o que pensa, defende e critica sobre absolutamente qualquer coisa. É um momento crítico para institu

João André Rodrigues
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Dizer a verdade?
Dizer ou não a verdade é um dilema que enfrentamos diariamente nos mais diversos ambientes que frequentemos. Quase sempre o dilema se coloca entre um interesse, um ganho, um emprego, um casamento, etc., e aquele que se pergunta: devo ser sincero? Devo dizer uma meia verdade? Ou quem sabe seria melhor me calar? Trocar de assunto para não me colocar em uma “saia justa”? De fato, muitas vezes dizer a verdade nos coloca em situação difícil em que nos pomos a desagradar alguém qu

João André Rodrigues
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Como na música dos titãs: O quê?
O que é mais importante? Ser visto como alguém feliz e próspero ou se sentir alguém feliz e próspero? Estamos rotineiramente envolvidos em acumular dinheiro, ganhar mais, ter mais, um carro melhor, uma casa maior, um corpo mais bonito que perdemos de vista o olhar para nós mesmos. Visamos realizar um ideal de felicidade que serve muito mais a um sistema econômico que a construção de um modo de vida equilibrado. Criamos a indústria da novidade! Se você passa muito tempo com al

João André Rodrigues
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Do Coletivo X Indivíduo para o “inter e trans-subjetivo”! É possível?
Toda história é contada a partir, do filtro de quem a conta, de sua construção subjetiva. De tal modo que muitas vezes temos mais de quem conta do que de quem é “contado” em uma determinada história. Isto acontece devido à impossibilidade, até onde se sabe, de sentirmos o que o outro sente, da forma que sente e na intensidade que sente. A partir dessa reflexão poderíamos dizer que, muitos autores e pensadores já chegaram a essa conclusão, toda verdade é subjetiva e só encontr

João André Rodrigues
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Faça terapia…
Algumas pessoas passam pela vida, adormecidas, como se estivessem agindo mecanicamente. Agem pura e simplesmente sem pensar sobre o que estão fazendo. Sem saber se querem, ou se é a melhor forma de fazer, simplesmente fazem. Estão sob o domínio de um sono letárgico que os coloca em uma posição desconfortável em que seus sonhos, desejos e ideais estão subjugados pelos sonhos, desejos e ideais de outros. Não se trata de compartilharem e sim de suprimir, negar, relegar a um

João André Rodrigues
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Os Interesses Científicos
A ciência moderna oportunizou um notável portfólio de inovações e descobertas que vem mudando o mundo, e também como vemos este mundo. Não podemos negar o agradecimento a grandes homens e mulheres que através do esforço e abnegação nos ofereceram tão grandioso legado. O que muitos deles talvez não previram é que o poder econômico iria cooptar o conhecimento e método cientifico para corroborar seus interesses comerciais. E estamos à mercê desta união, onde pesquisas financiad

João André Rodrigues
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Por que as borboletas não sorriem?
As borboletas são o que são e não se questionam o porquê de serem como são, enquanto lagartas se alimentam e esperam o momento de entrar no casulo, não, nem mesmo esperam, pois isso seria considerar uma intencionalidade. Elas, ainda lagartas, somente vivem e se colocam no casulo assim que sentem a necessidade de fazê-lo. Conosco é diferente, pensamos, pensamos demasiadamente, buscando nossa intencionalidade e nossa pseudo certeza no ímpeto de realizar um ideal de nós mesmos.

João André Rodrigues
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Nem tudo em que você acredita “é”!
Seja no mundo do trabalho ou na vida pessoal, nós somos os principais responsáveis por limitarmos nossas opções. Através de um conjunto elaborado de regras, crenças e ideias, nós identificamos, definimos e limitamos até onde é aceitável agir, mudar, escutar, etc. Esta delimitação nos impede de olhar e experimentar novas formas de perceber, sentir e interagir com a nosso espaço relacional. Assim enrijecemos nossas respostas e nos tornamos obsoletos, ineficientes, o que impede

João André Rodrigues
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Qualidades e Defeitos: Polaridades de uma mesma característica!
As qualidades destacam quem as possui, da mesma forma, os defeitos são vistos como falhas, erros. O que normalmente deixamos de perceber é que qualidades e defeitos são expressões polarizadas de uma mesma característica, que essa ou aquela pessoa apresenta. Por exemplo, uma característica como a sinceridade: é uma qualidade que na intensidade “certa” colocará a pessoa no centro de situações em que seus parceiros de trabalho necessitem de uma opinião para tomar essa ou aquela

João André Rodrigues
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A arte do simples…
A arte da simplicidade é algo raro atualmente! Nosso cotidiano é complexo e cada vez mais artificialmente rápido, passamos os dias correndo e sem tempo para dedicarmos a nós e aos que amamos. Poderíamos dizer que fomos enganados, pois a promessa era de que a tecnologia iria nos dar mais tempo para vivermos com mais qualidade e intensidade. E o que vemos é cada vez mais o relógio apertando o tempo, e com o tempo, a nós mesmos. Bem, parece que estamos cada vez mais complicados

João André Rodrigues
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Você quer mudar?
A maioria das pessoas sabe ou pelo menos intui o que “precisa/quer” mudar em sua vida, trabalho, relacionamento, etc. Muitas vezes esse saber fica em baixo de um “monte” de ideias e sentimentos produzidos com o intuito de impedir, desviar e fragmentar as indicações desse saber. Tudo para não encarar/enfrentar a “realidade interna” que é vista como ameaçadora e dolorosa ou para não perceber o que “precisa/quer”, já que, ao assumir o que quer realmente fazer, não poderia negar

João André Rodrigues
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Entenda porque você faz o que faz, da forma como faz!
Todas as situações percebidas, sentidas e vivenciadas obedecem ao processo que a Gestalt-terapia [1] chama de formação figura e fundo, este processo é indissociável, onde um não existe sem o outro. A figura sempre emerge de um fundo indiferenciado, tendo sua energização feita por uma necessidade que deve se sobre sair as outras necessidades. Ou seja, no organismo emerge sempre a figura, que estiver ligada a necessidade de maior urgência e/ou emergência. Deste modo, a figura

João André Rodrigues
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Você tem medo de que?
Uma das características fundamentais á sobrevivência da espécie humana, é o medo. O medo muito provavelmente tenha sido desenvolvido como forma de nos protegermos dos perigos que viemos enfrentando desde os primeiros estágios do que hoje é o HOMO SAPIENS, ou seja, como somos hoje: “homens sábios”. Gostaria de fazer um exercício de reflexão e para isso vamos buscar na biologia básica um conceito fundamental das células, que é a irritabilidade ou excitabilidade, que é a capacid

João André Rodrigues
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A distância entre o discurso e a prática…
Entre o discurso e a prática muitas vezes observamos um abismo que só pode ser transposto com o que costumo chamar de 3P (Paciência, Persistência e perdão). O perdão talvez seja o mais importante, pois somos seres imperfeitos, impermanentes, ego-centrados e excessivamente defensivos de nossos padrões, crenças e ideias. Somos seres fragmentados, interna e externamente. Internamente para nos adequarmos a realidade imediata que exerce pressão para que nos juntemos a “massa” heg

João André Rodrigues
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Tem um clima de tristeza no ar.
A tristeza é uma emoção pouco aceita. Neste dia, nestes tempos, os temas de quem tenho encontrado me lembram o filme “Divertida mente”. Nele a tristeza, tão rejeitada, tão desdenhada, tão subestimada, é quem tem importante papel para que o conflito vivido pela Riley (protagonista) seja superado. Ignorar a tristeza geralmente não é um bom caminho. Sentir. Deixar que passe. Ela também passa. A tristeza é como uma febre, nos diz que algo está errado. Não ignoramos a febre. Cuida
Dipaula Minotto da Silva
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O sofrimento não é inevitável!
A maioria das pessoas tem o costume de protelar ações que podem diminuir e muito, a tensão e o desconforto que possam estar vivenciando. Que está normalmente relacionada a dificuldades de dizer não, de colocar limite nas pessoas e situações que possam estar contribuindo ou gerando esse desconforto. Isto acontece, ora pelo medo que temos das consequências do limite que possamos colocar, ora por pensarmos que não temos opções, ou mesmo por não conhecermos de forma suficiente

João André Rodrigues
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A alegria…
Gosto de escrever sobre as emoções, pois (sem novidade nenhuma) evidenciamos as dificuldades em reconhecê-las, nomeá-las e gerenciá-las Escrevi em outras postagens sobre raiva, medo e tristeza. Hoje quero escrever sobre a alegria. Primeiro, diferencio aqui a alegria (emoção genuína) de aparência feliz. No contexto social atual, a alegria na essência precisa ser reconhecida, porque pouco ou nada tem a ver com stores da moda. Não há livro de autoajuda, receita… não há 10 lei
Dipaula Minotto da Silva
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Raiva: usina de energia — o que você faz com a sua?
De longe, a raiva é a emoção mais negada, mais rejeitada, mais escondida. Diariamente, nos atendimentos de psicoterapia, na sala de aula, nos trabalhos com grupos e nas relações de modo geral eu a vejo, ela está lá — mas apenas no “outro” (dizem). Talvez, assim como eu, você tenha crescido entendendo que a raiva é um sentimento ruim. Ouvi muitas vezes “é feio sentir raiva”. Talvez, você tenha sido encorajada/o, a expressar sua raiva, colocar os limites necessários. Talvez, vo
Dipaula Minotto da Silva
3 min de leitura


O espelho de Narciso - Uma reflexão fenomenológica sobre a mudança!
Gostaria de falar sobre um assunto que tem povoado minha fantasia nos últimos tempos e que tempos! Para tanto, contarei uma estória: Narciso morava em um belo bosque, lá tudo estava funcionando bem, do jeito que a natureza programou. Viviam no bosque toda ordem de animais, incluindo Narciso, o belo, como era conhecido. A vegetação era vasta e diversa atendendo ao gosto e necessidades de todos que nela habitam, sem exceção! Um belo dia nosso herói Narciso caminhava por entre

João André Rodrigues
3 min de leitura
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